Doença de Parkinson e melanoma: evidência clínica de interação neuro-oncológica, um estudo de caso
Ana Lúcia Tabaka ; Rafael Fiamoncini Ferreira
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Como Citar:
TABAKA, Ana Lúcia; FERREIRA, Rafael Fiamoncini. Doença de Parkinson e melanoma: evidência clínica de interação neuro-oncológica, um estudo de caso. Revista Sociedade Científica, vol. 9, n. 1, p. 1171-1187, 2026.
https://doi.org/10.61411/rsc2026130819
DOI: 10.61411/rsc2026130819
Área do conhecimento: Ciências da Saúde
Sub-área: Medicina; Neurologia
Palavras-chave: Doença de Parkinson; Melanoma; Neuro-oncologia.
Publicado: 7 de maio de 2026.
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Resumo
A Doença de Parkinson (DP) é uma doença neurodegenerativa, caracterizada pela morte de neurônios dopaminérgicos, resultando na perda da neurotransmissão de dopamina. Em contrapartida, o câncer é caracterizado pelo crescimento desordenado e descontrolado de células, no caso do melanoma, ocorre com os melanócitos. Nas últimas décadas, estudos têm sugerido uma possível correlação entre essas duas patologias. Os achados indicam que essa associação pode estar relacionada com medicamentos utilizados para o tratamento da DP, por fatores genéticos e/ou ambientais. Dessa forma, o presente estudo tem como objetivo verificar a existência de possível correlação entre a Doença de Parkinson e o câncer de pele melanoma. A metodologia adotada consistiu em uma revisão integrativa da literatura, aliada a um estudo de caso, visando compreender de forma mais aprofundada essa possível associação. Os resultados obtidos sugerem uma correlação significativa entre a DP e o melanoma, possivelmente explicada por mecanismos genéticos, pelo tratamento e associações bioquímicas, ressaltando a importância de um acompanhamento clínico integrado e preventivo em pacientes acometidos por essas patologias.

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