A Solverde, que estava sozinha na corrida ao exclusivo da exploração de jogos de fortuna ou azar no Algarve, “segurou” o contrato com valores ligeiramente acima dos “mínimo” exigidos no caderno de encargos do concurso, mas vai pagar extra único de 11 milhões no casino de Portimão, que faz parte da concessão, a par com o de Vilamoura e o de Montegordo.