Saiu uma biografia assinada pelo autor Christopher Andersen chamada “Kate! The Courage, Grace, and Power of the Woman Who Will be Queen” (“Kate! A Coragem, a Elegância e o Poder da Mulher que Será Rainha”, em tradução livre), que expõe a forma como Camilla olhava para a relação da princesa de Gales com William.
No livro é referido que a rainha de Inglaterra considerava Kate “básica demais” para, no futuro, ocupar o trono britânico.
“Ela não achava que Kate estivesse à altura, por assim dizer. Ela era inferior socialmente. Não tinha sangue aristocrático. Pessoas como a Camilla não a queriam porque sentiam que ela era comum demais para ser esposa de um futuro rei. Ela opôs-se mesmo às origens de classe trabalhadora [de Kate]”, afirmou o escritor.
Os pais da princesa de Gales, Carole Middleton e Michael Middleton, são ex-funcionários da companhia aérea britânica British Airways. Mais tarde, o casal fundou uma empresa de sucesso na área das festas infantis.
“A Camilla tinha plena consciência de que um futuro rei da Inglaterra deveria ter, na visão dela, um casamento com alguém da realeza, ou ao menos da aristocracia britânica e não uma descendente de mineiros de carvão cuja mãe cresceu numa habitação popular e já trabalhou como comissária de bordo”, pode ainda ler-se no livro.
Mas há mais! Segundo o autor, Camilla achava a mãe de Kate, Carole, uma “oportunista”. A mulher de Carlos III acreditava que “sabia reconhecer uma manipuladora quando via uma”.
O príncipe William e Kate Middleton, recorde-se, ficaram noivos em outubro de 2010 e casaram-se em abril do ano seguinte. Os dois são pais do príncipe George, de 12 anos, da princesa Charlotte, de 11 anos e do príncipe George, de oito.
Este é o livro em questão.

A princesa de Gales, Kate Middleton, já chegou a Itália para o primeiro de dois dias de uma visita oficial ao país, que marca a primeira vez que viaja para o exterior depois de ter revelado o diagnóstico de cancro.
Notícias ao Minuto | 13:43 – 13/05/2026