Acompanhe toda a atualidade informativa em 24noticias.sapo.pt

Segundo a PSP, apesar do elevado tráfego de passageiros nos aeroportos nacionais, os tempos de espera mais elevados ocorreram entre as 09h00 e as 12h00, tendo atingido um máximo de 100 minutos no Aeroporto Gago Coutinho, em Faro, 110 minutos no Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, e 130 minutos no Aeroporto Sá Carneiro, no Porto. A polícia refere ainda que os parâmetros de referência foram alcançados ao final da manhã.

A autoridade admite que se verificaram tempos de espera superiores aos desejados, justificando-os com razões técnicas e informáticas, bem como com o elevado número de passageiros provenientes de fora do Espaço Schengen. Ainda assim, assegura que foram implementadas medidas de contingência desde cedo, “no estrito cumprimento das regras de segurança e das normas de controlo fronteiriço”.

A PSP esclarece também que os tempos contabilizados dizem respeito apenas ao período em que os passageiros se encontram na zona de controlo fronteiriço, não incluindo os momentos anteriores ou posteriores a essa área.

De acordo com os dados divulgados, cerca de 69 mil passageiros de voos não Schengen tinham sido controlados, até ao momento, nas fronteiras aéreas nacionais.

No comunicado, a PSP afirma que, em conjunto com as restantes entidades responsáveis pelas fronteiras aéreas, está empenhada em melhorar as condições de passagem nos locais sujeitos a controlo fronteiriço. Entre as medidas em curso estão investimentos para aumentar a capacidade das zonas de controlo, reforço de recursos humanos, incluindo polícias com formação de guarda de fronteira, e melhorias tecnológicas.

A força policial repudiou ainda a “difusão de desinformação” sobre os tempos de espera, considerando que esse tipo de informação “induz em erro os cidadãos” e prejudica a imagem do país. A PSP apelou à responsabilidade na partilha de conteúdos e sublinhou que apenas os dados divulgados por entidades oficiais “são dotados de rigor e veracidade”.

Segundo a polícia, a circulação de informação não verificada provoca “alarme injustificado” e pode comprometer o normal funcionamento das operações fronteiriças e a eficácia geral da operação aeroportuária.

___

A sua newsletter de sempre, agora ainda mais útil

Com o lançamento da nova marca de informação 24notícias, estamos a mudar a plataforma de newsletters, aproveitando para reforçar a informação que os leitores mais valorizam: a que lhes é útil, ajuda a tomar decisões e a entender o mundo.

Assine a nova newsletter do 24notícias aqui.