Entre as novidades reveladas pela Google destacam-se aplicações como a Antigravity 2.0 para programadores e ferramentas como a Flow para a criatividade, ambas com novos agentes de IA.
Este ano, a IA voltou a assumir um papel de destaque no palco do Google I/O, com a empresa a apostar em modelos com capacidades ainda mais avançadas, assim como novidades de “peso” na pesquisa e no segmento dos óculos inteligentes. A integração de agentes inteligentes também faz parte da estratégia, incluindo no que toca à programação e à criatividade.
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Para os developers, o Gemini 3.5 Flash, o primeiro da mais recente “família” de modelos de IA da Google a estrear-se, promete um desempenho avançado para tarefas de programação e agentes de IA.
A Google detalha que estas capacidades estão agora a ser disponibilizadas aos programadores através de um novo conjunto de soluções, com destaque para a aplicação de desktop independente Antigravity 2.0.
A novidade faz parte de uma expansão à plataforma de desenvolvimento “agent-first” Antigravity, concebida para ajudar os programadores a transformarem ideias em aplicações. Segundo a tecnológica, a Antigravity 2.0 funciona como um centro de controlo para a interação com agentes.
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Através dela é possível coordenar vários agentes em simultâneo para executar tarefas, incluindo ainda subagentes que trabalham em paralelo, capacidade de automatização de processos em segundo plano e interações com o Android e plataformas como a Firebase.
Além de serem integradas na pesquisa, as capacidades do ecossistema Antigravity e do Gemini 3.5 Flash vão chegar também ao Google AI Studio, que ganha também uma nova app para smartphones.
A IA volta a assumir um papel de destaque no Google I/O, com a tecnológica a revelar as mais recentes novidades “alimentadas” pela tecnologia a caminho do Gemini, pesquisa e mais aplicações.
No ano passado, durante o Google I/O, a tecnológica revelou o Flow, uma ferramenta concebida para ajudar cineastas e criativos na produção de vídeos com IA. Desde então, a ferramenta tem vindo a evoluir para o que a empresa descreve como um estúdio criativo “alimentado” por IA.
O Google Flow ganha agora novas capacidades com um agente desenhado para funcionar como um parceiro criativo, capaz de planear e raciocinar sobre tarefas complexas a partir das instruções dadas pelos utilizadores.
O Flow Agent foi desenvolvido a partir de modelos Gemini e, segundo a Google, consegue compreender as diferentes fases de um projeto, do brainstorming à criação e edição, numa funcionalidade que passa a estar agora disponível para todos os utilizadores da ferramenta.
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O Gemini Omni, descrito como um modelo capaz de criar qualquer coisa a partir de qualquer input, passa a estar integrado no Google Flow. Segundo a empresa, o novo modelo pode ser visto como um equivalente ao Nano Banana, mas aplicado ao vídeo.
Há ainda espaço para o Flow Tools, que dá aos utilizadores a capacidade de criarem ferramentas personalizadas através de interações em linguagem natural, que podem ser partilhadas e redesenhadas por outras pessoas.
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