Nicolas Prattes poderá ser visto em diferentes papéis em 2026. Aos 29 anos, o ator está no ar como o bon-vivant Mirinho, seu primeiro vilão na carreira, em “A nobreza do amor”, novela das 18h da TV Globo. Já no cinema, ele protagoniza o filme “O advogado de Deus”, adaptação de Wagner de Assis do livro espírita de Zíbia Gasparetto e Lucius, que aborda desafetos do passado, crença em outras vidas e carmas. Em breve, estreará ainda na cinebiografia de Jesse Koz e seu golden retriever, “Minha vida com Shurastey”, que lhe deu a oportunidade de contracenar com a mãe, a atriz Giselle Prattes.
Para dar conta dos projetos simultâneos, ele diz ter enfrentado uma maratona que exigiu uma sincronia perfeita dos cronogramas. Durante um período, o ator se dividiu entre as locações internacionais do longa sobre Koz e os estúdios da novela no Rio de Janeiro. Ele relata ter ficado nove semanas longe de casa, passando por locais como Balneário Camboriú, em Santa Catarina; Buenos Aires e Mendoza, na Argentina; e Salt Lake City, Nova York e Beverly Hills, nos Estados Unidos.
A intensidade foi tamanha que o visual de um projeto acabou invadindo o outro de forma inédita, revela:
— Foi a primeira vez na minha carreira que eu literalmente saía de um set e ia para o outro no mesmo dia. Ninguém sabe disso, mas o cavanhaque e o bigode, na verdade, eram a caracterização para o filme do Shurastey. Como gravamos ao mesmo tempo e não havia como mudar, o visual acabou virando o do Mirinho. Quando acabou o filme e fiquei só com a novela, achei que ficaria mais leve, mas fui mergulhando de cabeça e esqueci. Hoje, para mim, esse bigode sempre foi do Mirinho, sempre foi para ser.