— Fico feliz de ter conseguido subir degrau a degrau. Não tive um salto. Imagino que, quando você entra no “BBB”, fica famoso e ganha muito dinheiro, deve dar um nó na cabeça. Eu me formei na escola de teatro e fiz uma peça que foi um fracasso. Aí me chamaram para escrever o “Zorra” e fui ficando conhecido. Esse passo a passo ajuda muito a você se estabelecer. Claro que olho para trás e penso: “Ih, ali ó, dei uma deslumbrada.” Eu fico atento para não perder a cabeça, porque é difícil. Vejo bastante gente perdida, tratando mal os outros, gastando tudo… Eu me cerquei de gente que me fala as coisas, que me dá umas cutucadas: “Não é por aí, presta atenção.” Sempre tive comigo mulheres fortes, incríveis, que me ajudaram. Sou muito família. E agora estou com a Priscila (Castello Branco, atriz), fundamental para que eu viva leve. Ela é sorridente, amorosa, compra minhas maluquices. É legal estar com uma pessoa que te joga para cima.