“Estive a tratar das questões do Boavista. Foi preciso colocar lá dinheiro, sendo que não há dinheiro para tudo, como é evidente. Foram quase 40 mil euros que meti lá”, alegou Garrido Pereira, presidente do clube, quando questionado pelo Negócios sobre as razões que o levaram a acumular dívidas a um condomínio residencial situado em Gondomar, que intentou uma ação executiva sobre este condómino.