Durante anos, poucas peças tiveram um estatuto tão sólido no guarda-roupa contemporâneo como a t-shirt branca. Contudo, em 2026 surge uma tendência curiosa: o polo.
Muito associado a um imaginário desportivo muito específico, em modalidades como o ténis, durante anos o polo esteve ligado a marcas como Lacoste, Ralph Lauren ou Tommy Hilfiger. Mas o que muda agora é o contexto: o polo sai do seu habitat tradicional e pretende tornar-se tendência, rivalizando com a omnipresente t-shirt branca. Até porque oferece uma multiplicidade de opções.
Há o polo às riscas, que recupera a lógica gráfica das camisolas com riscas e se impõe como um dos favoritos da estação. Há o polo em malha fina, mais elegante, pensado para o dia a dia de escritório. E há ainda interpretações mais ousadas, como o polo em crochet, que aproxima esta peça de um imaginário mais estival e artesanal.
Parte do sucesso desta tendência está também na forma como se integra no guarda-roupa. A lógica é simples: o polo funciona como um novo “neutro”, mas com mais presença do que uma t-shirt branca. Isto porque se destaca em combinações com jeans mais estruturados, com os balloon jeans, ou ainda com calças capri.
É evidente que a t-shirt branca continuará a ser uma das peças mais universais do guarda-roupa contemporâneo, mas o que esta tendência revela é uma mudança de atitude: o básico já não precisa de ser tão básico.
Quanto a propostas, não faltam nas lojas mais conhecidas, como a Mango, a Zara ou a Massimo Dutti. Os preços? O que te mostramos na galeria de imagens começa nos €12,99.