— Morar em casa é uma função. O apartamento você tranca, sai e, se voltar depois de anos, ele vai estar igual. Em casa, quando você volta, caiu um muro; tem um mundo de saruê num canto; o banheiro tem que usar senão entope… Tem uma coisa meio maluca de casa, você precisa estar presente, e eu estou sempre viajando. Nos últimos três anos, passei seis meses em casa. Fiz turnê pelo Brasil com a peça (“Histórias do Porchat”), viajei de férias pelo mundo. Então, resolvi ir para apartamento mesmo.