Não é como começa, é como acaba. Apesar de Wall Street ter afundado com o desencadear da guerra dos EUA e de Israel contra o Irão, a 28 de fevereiro, levando a que o mês de março fosse maioritariamente vermelho nas bolsas norte-americanas, o certo é que os principais índices do outro lado do Atlântico começaram a recuperar logo em abril e várias casas de investimento já reviram em alta as estimativas para os valores do Standard & Poor’s 500 no final deste ano. O crescimento dos lucros das cotadas, o otimismo em torno da inteligência artificial (IA) e a resiliência da economia dos Estados Unidos deram o mote.