Durante a mesma intervenção pública, após um conselho de ministros na Casa Branca, Trump também confundiu o Irão com a Venezuela.


“Omã deverá comportar-se como os outros, ou então será necessário pulverizá-lo”, afirmou o chefe de Estado norte-americano.


Trump foi questionado sobre um possível controlo futuro do estratégico estreito de Ormuz por Omã e pelo Irão, um cenário que rejeitou, assegurando que a via marítima permanecerá “aberta a todos”.


“São águas internacionais. Nós vamos monitorizá-las, mas ninguém as controlará”, assegurou.


O bilionário, de 79 anos, declarou também durante o conselho de ministros, transmitido na televisão, que a economia norte-americana continua próspera, “apesar do conflito com a Venezuela, que já não possui marinha, que já não possui força aérea”.


Trump usa geralmente para o Irão esta descrição de um país militarmente aniquilado.


Por outras vezes no passado Trump confundiu nomes de países, referindo a Albânia em vez da Arménia, por exemplo, ou a Islândia em vez da Gronelândia.