— É muito interessante buscar estas mulheres reais, com desejos e ambições, que não são idealizadas, puras ou que nunca erram. Isto não faz delas vilãs, mas cria um ponto de contato direto com a realidade da sociedade brasileira, em que as mulheres trabalham muito e, na maioria das vezes, muito mais que os homens. Me reconheço neste “DNA trabalhador”. Tenho 28 anos de carreira, e minha vida tem sentido pelo trabalho. A Adriana tem essa mesma vocação com a fisioterapia, de amar cuidar das pessoas. É uma personagem apaixonante. Me senti tocada por ela desde o início.