— Eles são tão refinados, a coreografia é incrível e tão complexa, os visuais são belíssimos, o figurino é impecável… parece que não tem ninguém feio, ou gordo, ou que não saiba cantar ou dançar direito. Por um lado, admiro muito a perfeição deles, e, por outro, sinto falta de ver as imperfeições. Adoro aqueles três minutos e meio de beleza estonteante, mas depois fico tipo “OK, onde estão os humanos?” — provoca ele, que, não por acaso, escolheu para a capa de “Britpop” uma reprodução artística de uma foto de 1995, em que apareceu no festival de Glastonbury com um dente faltando. — Para mim, é um dos meus momentos mais icônicos!