A ministra do Trabalho afirmou que, “no setor privado, a adesão é absolutamente residual em algumas áreas mesmo nula”.
No setor industrial disse que “todas a fábricas a trabalhar nas áreas principais de produção em Portugal”, referindo-se às áreas têxtil, calçado, metalomecânica. Os dados, referiu, foram fornecidos pela CIP e por algumas empresas deste sector.
Em relação ao setor dos transportes, grandes superfícies e comércio, “as portas estão abertas”. “Não houve qualquer perturbação no atendimento das grandes superfícies nem na logística, portanto no transporte de bens e mercadorias também se processou normalmente”, afirmou Maria do Rosário Palma Ramalho.
No turismo, os dados que chegaram ao Governo levaram a ministra a afirmar que “não há qualquer perturbação na hotelaria nem nas agências de viagens”. “Por força da adesão na TAP, há efeitos indiretos, mas não na operação”, disse.
No setor agrícola, “a greve não teve qualquer expressão”. “Mesmo no setor das grandes empresas agrícolas o funcionamento é absolutamente normal”, afirmou.
Na banca, “todas as agências estão abertas”, adiantou a ministra. “Todos os serviços centrais estão a funcionar”, disse.
No que se refere ao setor da construção “não houve qualquer efeito também”, segundo a ministra do Trabalho.
Com dados da MEO, a governante referiu que nas telecomunicações “temos 1,2% de adesão”.
“Nos hospitais privados não há perturbação”, disse, tendo como base os dados da Associação Portuguesa dos Hospitais Privados. “O funcionamento é normal”.
“E na prestação de serviços em outsourcing, 1,3% de adesão”, acrescentou a ministra.
Referiu que todos estes dados devem ser confirmados ao longo do dia, mas que “são já expressivos”. “A esmagadora maioria dos trabalhadores do setor privado está a trabalhar e nos seus locais de trabalho”, reforçou.