A segurança nos sistemas operativos é essencial e por isso importa escolher as melhores soluções. A Microsoft traz no Windows 11 o Microsoft Defender, mas as notícias não são as melhores. Ficou em último lugar entre 16 softwares antivírus em testes de segurança independentes. Conheça os resultados dos testes e o desempenho de segurança.
Pior antivírus do mundo foi revelado
O software de segurança integrado no sistema operativo Windows 11 ficou aquém das expectativas nos recentes testes independentes. Numa análise abrangente conduzida pela International Consumer Research and Testing Organization e pelo Conselho do Consumidor de Hong Kong, o Microsoft Defender ficou em último lugar entre 16 soluções antivírus diferentes para Windows 11.
Em testes realizados no Windows 11, foi comparado detalhadamente o desempenho de 16 softwares de segurança diferentes. O Microsoft Defender recebeu apenas 3,5 em 5 pontos, apresentando um cenário preocupante para os especialistas em segurança.
Microsoft Defender e o que oferece na segurança
O desempenho do Microsoft Defender contra phishing e ransomware, entre as ameaças mais críticas no mundo da cibersegurança, foi considerado bastante baixo. O software não obteve aprovação, recebendo 1 ponto para proteção contra phishing e 2 pontos para proteção contra ransomware.
Os resultados dos testes revelam que, em alguns casos, o software não ativou sequer as funções de proteção prometidas. Além disso, uma elevada taxa de falsos positivos, resultando na identificação de ficheiros seguros como maliciosos, foi outra falha notável.
Como se classificou o resto da concorrência?
Neste processo de teste em que a Microsoft falhou, a grande maioria dos softwares concorrentes demonstrou um desempenho significativamente superior. Treze das 16 soluções examinadas alcançaram uma pontuação de 4,5, colocando-as na categoria de melhor desempenho. Estes programas de alto desempenho apresentaram taxas de deteção de malware superiores a 97%.
As soluções testadas incluíram o G Data Internet Security, o ESET Home Security Essentials, o Norton 360 Standard e o Bitdefender Total Security. Os testes revelaram também que os softwares antivírus modernos dependem fortemente de tecnologias na nuvem. Os que perderam a ligação à internet apresentaram uma queda na sua capacidade de detetar novos malwares após terem estado offline durante quatro semanas.

