Município recebe 50 mil unidades de repelentes e protetores solares com repelente

Prefeitura de Dourados e Cruz Vermelha unem forças contra Aedes aegyptiIniciativa já tem estratégia de atuação elaborada. (Foto: A.Frota/PrefDourados)

Na guerra contra o mosquito transmissor da chikungunya, dengue e zika vírus, a Cruz Vermelha Brasileira realiza ações ativas de combate. Na manhã de quarta-feira (3), o coordenador municipal da instituição, Maikon Nascimento, visitou o prefeito Marçal Filho para anunciar a doação, para o município de 50 mil unidades de repelentes e protetores solares com repelente.

Conforme explicação dada pelo coordenador municipal da Cruz Vermelha, a instituição de ajuda humanitária deu início à mobilização após o surto de chikungunya, não só em Dourados, como em outros municípios do estado, comprometendo o sistema de saúde local, principalmente entre os indígenas.

Para proporcionar a entrega dos insumos, a Cruz Vermelha agiu como mediadora junto ao Ministério da Fazenda e ao Governo do Estado. Ao Mato Grosso do Sul foram destinadas, nessa primeira etapa, 201 mil unidades de repelentes e protetores solares com repelente, uma das maiores doações humanitárias de insumos de saúde da história do Estado.

A própria instituição conduz a logística para o transporte e distribuição dos insumos aos municípios, para o enfrentamento da chikungunya, com foco prioritário na proteção de comunidades indígenas e famílias em situação de vulnerabilidade.

O prefeito Marçal Filho agradeceu Cruz Vermelha pela doação dos repelentes e protetores solares com repelentes e afirmou que os itens são muito importantes para reforçar a luta contra a chikungunya e demais doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. As 50 mil unidades serão destinadas às unidades escolares da rede municipal e centros de referência de assistência social, os Cras, e à Casa da Acolhida.

Os secretários de Educação, Nilson Francisco, e de Assistência Social, Shirley Zarpelon, que presenciaram a entrega simbólica dos produtos no Gabinete do prefeito, receberam a incumbência de já organizarem a estratégia para que os itens cheguem à população alvo. Os repelentes são para uso em crianças acima de 2 anos de idade. Já os protetores solares com repelentes, a Semas vai priorizar a aplicação na população em situação de rua, mais suscetíveis aos impactos dos raios solares.