É vitrine do que está acontecendo. A base era o circo: aí, a mulher barbada ou com nanismo. Era sempre a graça feita em cima do sofrimento de alguém, o que vai dar nesses cuidados, que acham exagerados, do politicamente correto. Eu não acho. Para fazer essa transição, tem que passar por esse lugar. Esse cuidado e essa percepção de “olha o que todo mundo está fazendo”…. Porque, depois, vai no bullying, nos suicídios nas escolas. É a mesma coisa no humor. Vai entrar só uma boazuda no filme, no programa de humor. Ou uma mulher considerada horrorosa, que vai ser zoada o tempo todo. Isso se expande para várias outras coisas, para música e tal. Então, acho que teve que ter um rigor mesmo.