O Governo vai lançar o concurso para a renovação da frota militar aérea, de forma a substituir os atuais F-16. Enquanto não o faz, as grandes fabricantes lançaram uma operação de charme a Portugal, com promessas de um país mais bem equipado e de investimentos, onde até pode haver espaço para parte da produção ser feita em solo nacional. O AED Days, o evento de defesa, espaço e aviação que decorreu no início de junho, foi a “desculpa” para uma visita e o Negócios falou com as três empresas – duas europeias e uma americana – para perceber o que faz delas as candidatas ideais para vender os novos caças ao país para os próximos 30 anos.