Durante décadas, a Coreia do Norte foi vista como um caso de estagnação económica permanente, fruto de um regime isolado, que dá primazia à autossuficiência, sujeito a sanções internacionais e incapaz de gerar um crescimento sustentado. Mas os sinais que chegam de Pyongyang sugerem uma mudança. Contra quase todas as previsões, a economia norte-coreana atravessa agora aquele que poderá ser o período mais favorável desde a chegada de Kim Jong Un ao poder, em 2011.