O acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa em que se conclui que Isabel dos Santos não recorreu a dinheiro do Estado angolano para concretizar a compra da Efacec, em 2015, é uma vitória para a empresária. No plano da justiça esta é a segunda vez que sai por cima, já que em novembro do ano passado o Tribunal Supremo de Angola decidiu retirar quatro das 11 acusações iniciais que pendiam sobre Isabel dos Santos no processo relacionado com a sua gestão na Sonangol, entre elas a de fraude fiscal simples e associação criminosa, embora a tenha enviado para julgamento por outros sete crimes.