— Ela se arriscou muito em me apoiar, me indicar, me auxiliar com a sua vida inteira de trabalho, nome, respeitabilidade. Uma mulher menina de 80 anos, meu Deus, que delícia isso! Cheia de vida, vitalidade, comemorando seu aniversário — festeja Vanessa. — Eu fazia músicas imaginando a Bethânia cantando e mudava palavras que eu achava que ela mudaria. Encaixava conforme a sonoridade e a poesia para vesti-la melhor na sua voz. Como uma costureira, bordadeira, eu ia fazendo muitas canções, como lindos vestidos, que então, com ela, encantavam, adulavam, resplandeciam, enalteciam e acordavam todo o salão.