O artista desenvolveu uma nova linguagem visual: ele digitalizava imagens e as convertia em dados numéricos, usando nuances de cor para dar profundidade e relevo. Tudo isso numa época em que o computador era restrito a universidades e centros de pesquisa.
A mostra, em cartaz até 4 de outubro, reúne cerca de 25 trabalhos, incluindo projetos emblemáticos como a série Derivadas de uma imagem (1969) e a obra A mulher que não é B.B (1973).