O memorando de entendimento entre o Irão e os Estados Unidos que põe fim as hostilidades no Médio Oriente não restitui o antigo funcionamento do estreito de Ormuz, por onde passa cerca de um quinto do petróleo consumido a nível mundial. É esse o entendimento de Agostinho Pereira de Miranda, advogado especialista em energia relativamente ao ponto cinco do documento.