A ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Rosário Palma Ramalho, insiste que há “subsidiodependência” nas prestações do subsistema de solidariedade da Segurança Social destinadas a quem tem rendimentos muito baixos ou inexistentes e a quem não reúne a carreira contributiva exigível no acesso a subsídio de desemprego ou a licença parental. Assegura também que não pretende retirar o diploma para autorizar o Governo a criar a Prestação Social Única (PSU), o qual, em apenas dez dias, está a ser discutido na Assembleia da República em processo de urgência – para já, sem estudos, dados de impacto ou informação quanto àquele que será o valor da futura prestação.