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- Documentário “Anatomia do Caos”, de Dandara Ferreira, estreia em 2 de julho e denuncia suposto comportamento criminoso do governo Bolsonaro durante a pandemia.
- O filme baseia‑se nas investigações da CPMI da Covid, com acesso ilimitado a documentos e bastidores da comissão.
- Retrata o período da Covid‑19 no Brasil, que causou mais de 700 mil mortes, e busca solidariedade às vítimas e seus familiares.
- Dandara afirma ter iniciado a produção em 2021 para registrar um dos episódios mais traumáticos da história recente do país.
A diretora Dandara Ferreira conta a motivação que a levou a realizar o documentário de longa-metragem “Anatomia do Caos”, que estreia no próximo dia 2 de julho.
O documentário traz à lembrança o doloroso período da Covid 19 no Brasil, a partir das investigações da CPMI da Covid a que a diretora teve acesso ilimitado, inclusive de seus bastidores. E mostra o comportamento criminoso do governo Bolsonaro, até o momento impune.
Dandara diz que fez o filme como um ato de solidariedade aos que morreram, aos familiares e seus entes queridos, porque acredita que esse período foi um dos acontecimentos mais traumáticos da história recente do nosso país em que mais de 700 mil brasileiros perderam a vida.
Assista ao depoimento de Dandara Ferreira e em seguida ao trailer do filme.
“Olá, meu nome é Dandara Ferreira. Eu sou diretora do documentário Anatomia do Caos. Eu decidi fazer esse filme ainda durante a pandemia, em 2021, porque acredito que esse período foi um dos acontecimentos mais traumáticos da história recente do nosso país.
Mais de 700 mil brasileiros perderam a vida. E, por trás desse número, existem famílias marcadas pela ausência em um país que ainda não elaborou plenamente esse luto. O filme acompanha a CPI da Covid.
Aquele foi um momento fundamental da nossa democracia. O parlamento, que é constantemente criticado, assumiu a responsabilidade de investigar e buscar respostas para o que aconteceu. E eu, como cineasta, acredito que o cinema tem um papel de utilidade pública e também serve para preservar memórias, provocar reflexões, e é também político.
E fazer esse filme foi a minha forma de contribuir para que, de alguma forma, essa história não seja esquecida. Eu fiz esse filme como um ato de solidariedade aos que morreram, aos familiares e aos entes queridos. E a todos que acreditam que lembrar é uma forma também de se fazer justiça.”
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Trailer oficial de Anatomia do Caos
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