Se há algo de que os investidores não gostam é da incerteza. Mas é precisamente a incerteza que mais tem abundado nos últimos tempos nos mercados, com todas as classes de ativos a navegarem por entre um período incerto, marcado pela guerra no Médio Oriente – que trouxe novas pressões inflacionistas e, com isso, um travão (e até mesmo uma inversão) no ciclo de corte de juros pelos bancos centrais. Este cenário tem aumentado a volatilidade na negociação e, nas matérias-primas, o petróleo e o ouro estão entre os melhores exemplos, até porque são denominados em dólares e a nota verde tem estado a ganhar tração, o que os torna menos atrativos. A sessão desta quarta-feira não foi exceção.