O ouro tem estado a perder o brilho, já pouco restando da luz com que inaugurou 2026 — quando marcava sucessivos máximos históricos e estava a caminho do quarto ano consecutivo de ganhos. Na sessão de 29 de janeiro atingiu o seu último recorde, ao negociar pela primeira vez nos 5.595,47 dólares por onça. Estava muito perto dos 5.600 dólares e, ao ritmo a que galgava novas fasquias, já havia analistas a apontarem para os 6.300 dólares ainda este ano. Mas veio a guerra do Irão e mudou tudo. O tombo foi grande — de tal forma que está a caminho do seu pior primeiro trimestre em quase 10 anos, mas nem tudo está perdido.