O BPCE, grupo francês dono do Novo Banco, olha para a instituição financeira portuguesa que comprou como parte de uma estratégia global. Portugal será parte dessa ambição, mas manterá a sua própria gestão, e o capital: não há, disse Nicolas Namias nesta sexta-feira, qualquer intenção de fazer uma distribuição extraordinária de dividendos. O que existe, isso sim, é a ideia – já antes admitida e agora sublinhada – de produzir seguros. Comprando a Gamalife? Não revela. Mas reforça o racional: é essencial entrar no bancassurance, produzindo as apólices vendidas nos balcões do Novo Banco. E uma segunda intenção, não quantificada: fazer crescer o negócio da instituição financeira portuguesa.