Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.

O número de mortos provocados pelo duplo sismo subiu para 2295, segundo o último balanço oficial divulgado pelas autoridades venezuelanas na noite de quarta-feira, que registam também 11.267 feridos.

O número de portugueses e lusodescendentes mortos devido aos sismos na Venezuela subiu para 79, havendo ainda 64 desaparecidos, segundo o mais recente balanço divulgado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) nesta quinta-feira, 2 de julho.

De acordo com o MNE, entre os 79 mortos, 69 dos quais tinham também nacionalidade venezuelana, estão 14 crianças e 65 adultos.

O anterior balanço dava conta de 75 portugueses e lusodescendentes entre as vítimas mortais do duplo sismo que atingiu a Venezuela no dia 24 de junho.

O primeiro-ministro, Luís Montenegro, reagiu depois no X ao acontecimento, deixando “uma palavra de profundo reconhecimento” aos operacionais que, acrescentou, “honraram Portugal com um extraordinário espírito de missão”.