A bolsa de Lisboa fechou em alta esta quinta-feira, à semelhança da maioria das congéneres europeias, depois de os fracos números do emprego dos EUA terem afastado a perspetiva de subidas das taxas de juro.       


O índice de referência nacional, o PSI, subiu 1,20% para 9.199,84 pontos, com praticamente todos dos seus 16 títulos no verde, interrompendo duas sessões de quedas.   


Os ganhos foram liderados pela Sonae, que subiu 3,23% para 2,08 euros, num momento em que o braço imobiliário do grupo e o fundo da Noruega estão prestes a avançar para a compra de “shoppings” no valor de 1.500 milhões em Espanha.  


Com ganhos acima de 2%, fecharam também a Nos (+2,76% para 5,025 euros), a Semapa (+2,72% para 20,80 euros), os CTT (+2,52% para 6,11 euros), a Corticeira Amorim (+2,34% para 6,55 euros) e a Mota-Engil (2,25% para 4,732 euros).       


Entre os pesos pesados, destaque para os ganhos de mais de 1% do BCP e da EDP. O banco subiu 1,39% para 1,058 euros, depois de o Caixa Bank BPI ter elevado o preço-alvo das ações para 1,20 euros, enquanto a elétrica ganhou 1,09% para 4,552 euros.  


Já a Jerónimo Martins avançou mais moderadamente, ganhando 0,72% para 16,83 euros, depois de o Morgan Stanley ter reiniciado a cobertura das ações da retalhista, com uma recomendação e um “target” menos otimista face às perspetivas anteriores.       


Quanto à Galp, conseguiu avançar 0,54% para 18,72 euros, apesar da contínua queda do petróleo nos mercados internacionais.        


Do lado das perdas, a EDPR foi a única cotada a fechar no vermelho, com uma desvalorização de 1,06% para 14,06 euros.