Transição proteica na modulação metabólica integrativa: implicações no eixo metionina-homocisteína, bioenergética gástrica e permeabilidade intestinal
Lilian de Cassia Delgatto
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Como Citar:
DELGATTO, Lilian de Cassia. Transição proteica na modulação metabólica integrativa: implicações no eixo metionina-homocisteína, bioenergética gástrica e permeabilidade intestinal. Revista Sociedade Científica, vol. 9, n. 1, p. 1836-1848, 2026.
https://doi.org/10.61411/rsc2026138019
DOI: 10.61411/rsc2026138019
Área do conhecimento: Ciências da Saúde
Sub-área: Nutrição
Palavras-chave: Proteínas da Dieta; Metionina; Homocisteína; Permeabilidade Intestinal; Sustentabilidade.
Publicado: 1º de julho de 2026.
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Resumo
O padrão dietético contemporâneo ocidental, caracterizado pelo consumo hiperproteico de origem predominantemente animal, tem sido correlacionado ao incremento de Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNTs). Este estudo revisa as implicações bioquímicas e fisiológicas da transição da ingestão de proteínas animais para vegetais, com foco na modulação do eixo metionina-homocisteína, no custo bioenergético gástrico e nas alterações da permeabilidade da barreira intestinal (leaky gut). Através de uma revisão qualitativa da literatura, evidenciou-se que a redução do aporte de metionina dietética atenua os níveis de homocisteína plasmática, minimizando o risco cardiovascular e o estresse oxidativo endotelial. Fisiologicamente, as proteínas vegetais demandam menor acidez gástrica extrema para a desnaturação e clivagem proteica, otimizando o gasto de ATP celular e mitigando a sobrecarga glomerular decorrente de subprodutos nitrogenados. Conclui-se que a estratégia da transição proteica atua de forma preventiva e terapêutica na causa raiz de distúrbios metabólicos crônicos, alinhando-se às metas de saúde integrativa e sustentabilidade global da Agenda 2030 da ONU.

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