Hanna tinha 19 anos na época que foi diagnosticada (Foto: Redes sociais, Reprodução)
Hanna Bordage descobriu por acaso que tinha um câncer em estado avançado. A canadense recebeu o diagnóstico aos 19 anos. Além do choque, ela ficou impressionada por não ter desconfiado de seus sintomas a não ser por forte dores que sentia ao beber álcool.
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A relação com o álcool foi o que mais chamou a atenção de Hanna, antes de descobrir o câncer. No entanto, a doença já havia dado outros sinais que ela havia ignorado. A doença se manifestou primeiro com dores crônicas no pescoço, que apareceram logo após ela entrar na universidade.
Quais foram os sintomas ignorados e sorte
Quando era estudante do primeiro semestre de medicina, Hanna acreditava que o desconforto era consequência das mudanças de rotina e intensidade dos treinos que ela fazia como atleta. Ela também não deu muita atenção ao suor noturno e ao cansaço constante.
Após esses sintomas recorrentes, uma dor intensa no pescoço e no ombro minutos após ingerir álcool assustaram Hanna. Ela estava planejando ir ao médico para relatar este sintoma quando o acaso acelerou as coisas. No início de 2023, ela sofreu uma pancada na cabeça durante os treinos e foi levada para um check-up.
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Embora estivesse tudo bem com seu cérebro, os médicos detectaram alterações cardíacas e pediram exames de imagem. A tomografia revelou que ela tinha um tumor de 12 centímetros próximo ao coração e que era necessário fazer uma biópsia.
Após o exame aprofundado, Hanna recebeu a notícia de que tinha linfoma de Hodgkin em estágio avançado.
Os médicos indicaram que ela começasse a quimioterapia imediatamente e alertaram sobre a possibilidade de radioterapia. De um dia para o outro, sua rotina se voltou totalmente ao combate ao câncer.
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Quando a Imunoterapia é a escolha certa no tratamento de câncer (Foto: Banco de Imagens)
A imunoterapia depende do tipo e estágio do câncer, além da saúde do paciente (Foto: Banco de Imagens)
Tumores com certas mutações genéticas respondem melhor a esse tratamento (Foto: Banco de Imagens)
Testes moleculares ajudam a identificar pacientes que podem se beneficiar (Foto: Banco de Imagens)
Em estágios avançados, a imunoterapia pode melhorar a sobrevida e qualidade de vida (Foto: Banco de Imagens)
Também pode ser usada após a cirurgia para evitar a volta do câncer (Foto: Banco de Imagens)
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Recentemente, em suas redes sociais, Hanna compartilhou que está livre do câncer. Na postagem ela escreveu que para ela a quimioterapia pareceu “que iria durar para sempre e mais um pouco”. “Sou uma daquelas pessoas sortudas. Tocar o sino, completar a quimioterapia, não é algo para todos”, escreveu.
O que é linfoma de Hodgkin?
É um câncer do sistema linfático que atinge os linfócitos, resultando em inchaço dos gânglios linfáticos, geralmente no pescoço e tórax, além de sintomas como febre, suores noturnos e perda de peso.
O diagnóstico é feito por biópsia de um linfonodo, e o tratamento envolve quimioterapia, radioterapia ou transplante de medula óssea. A detecção precoce aumenta as chances de cura, que é alta nesta doença.
*Sob supervisão de Pablo Brito
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