Carolina Ortigão tem a mãe, de 89 anos, doente e internada numa instituição privada. No entanto, a comentadora queixou-se, no passado mês de maio, de não conseguir suportar todos os custos do lar.

“O dinheiro está a acabar. Não tem, acabou. Literalmente acabou. E como é que é? Quem é que paga? Não consegues, porque todas as instituições do estado custam-te dois mil euros, ou então vai-te parar a Braga ou à Guarda. Eu não tenho onde pôr a minha mãe. Eu não tenho como resolver, eu não sei como resolver. É desesperante. É fraldas, é remédios, é tudo. Eu não tenho como resolver”, explicou no “Passadeira Vermelha”.

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“Depois vêm-se queixar que não há dinheiro…”

Vicente Blue, filho de Lourenço Ortigão e Kelly Bailey, completou recentemente dois anos de idade e o seu aniversário foi comemorado fora de Lisboa, com a família presente. O tema foi comentado no “V+ Fama”, do V+TVI, desta segunda-feira, 13 de julho, e Pedro Capitão questionou o facto de “existir luxo” para moradias e festas, mas não para ajudar a mãe de Carolina Ortigão.

“Eu acho impressionante este despropósito de caso, ainda por cima numa casa no Algarve, agora mais outra casa, tudo de alto gabarito e depois vêm-se queixar que não há dinheiro para deixar a avó no lar, que o dinheiro que acaba“, rematou o comentador.

“Ela, neste momento, está com um problema com a mãe”, começou por contextualizar António Leal e Silva, perante a dúvida dos colegas. “Porque é muito difícil colocar a senhora num lar, porque ela não a pode ter em casa porque ela precisa de um acompanhamento mais permanente e porque os lares estão por hora da morte”, enquadrou.

No entanto, o estilista saiu em defesa de Carolina Ortigão. “Percebo o ponto de vista do Pedro, discordo porque eu acho que quem falou foi a Carolina, e nós não sabemos, em privado, na família, como é que o assunto está a ser resolvido. Não sabemos se a Carolina tem mais irmãos, se o próprio Lourenço se disponibilizou para ajudar no lar. Eu percebo o teu ponto de vista, mas como nós não sabemos o que é que se passa na família… O Lourenço e a Kelly têm todo o direito de ter as casas que quiserem, da maneira que quiserem, trabalham para ter dinheiro e mesmo que não trabalhassem, desde que o dinheiro seja da própria pessoa, que não seja roubado ou fruto de falcatruas, cada um gasta o dinheiro como quer”, apontou.

 

Texto: Luís Sigorro; Fotos: Impala/Redes sociais

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