A UGT sugeriu esta quarta-feira que entende que o salário mínimo deve subir para os 1.000 euros no próximo ano, em vez dos 970 euros atualmente previstos. As metas estão inscritas no chamado “acordo de rendimentos”, que a ministra do Trabalho recusou dizer se defende que seja revisto. As confederações patronais mostram-se menos interessadas, sublinhando antes que é preciso executar as contrapartidas fiscais prometidas no entendimento – como a atualização dos escalões de IRS, que não têm cumprido o acordo – ou em novas respostas à tempestade e às dificuldades geradas pelo conflito no Médio Oriente.