No próximo dia 20, data em que a morte de Preta Gil (1974-2025) completa um ano, o documentário Preta – Eu Não Ando Só estreia no Globoplay. De acordo com a diretora artística Mônica Almeida, o projeto nasceu de uma ideia da própria artista e foi construído com registros que ela fez durante sua luta contra o câncer no intestino.

“Ela me chamou para conversar em 2023. A vontade era fazer um filme mais íntimo, filmado pelos amigos. Ela queria se filmar, queria que fosse de verdade, original como ela. A gente acompanhou todo esse processo, o filme foi mudando ao longo do tempo, se desenhando conforme o caminho da Preta“, explicou ela, à Quem.

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Sandra Kogut, diretora da obra, falou que a intenção da produção é retratar a essência da famosa: “O filme coloca a gente muito perto da Preta, na intimidade, e ao mesmo tempo dá a dimensão de quem ela foi. Apesar da doença, tudo na Preta era sobre a vida, a pulsão gigante da vida”.

“Então é um filme que abraça isso, a alegria, a gargalhada, a vontade de viver. E, ao mesmo tempo, ela tinha essa vontade de se mostrar para o mundo de peito aberto. O filme mostra também as dores e as lágrimas”, acrescentou.

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O documentário sobre Preta Gil

Além de Mônica Almeida e Sandra Kogut, o documentário Preta – Eu Não Ando Só conta com roteiro de Renato Terra, produção executiva de Fernanda Neves e produção de Elaine Sá.

A cantora Preta Gil faleceu em 20 de julho de 2025 nos Estados Unidos, onde estava em tratamento contra um câncer agressivo no intestino. Ela viajou buscando tratamentos experimentais para combater a doença que havia se espalhado para diversos órgãos em 2023.

A famosa enfrentava uma forma grave de câncer intestinal, que após uma longa cirurgia em São Paulo — que durou 21 horas e removendo tumores e parte do aparelho digestivo — fez com que ela procurasse nos Estados Unidos terapias avançadas ainda não disponíveis no Brasil.

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