À esquerda, um homem negro sorridente abraça e beija uma mulher. À direita, o cantor Orochi, de boné camuflado e óculos redondos, sorri com a língua para fora, segurando um microfone em um show Danrlei Orrico, mais conhecido como O Kanalha, com Preta Gil (TV Globo/Instagram/Reprodução)

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Um nome se destacou no documentário Preta – Eu Não Ando Só, lançado nesta segunda-feira, 21, um ano após a morte de Preta Gil (1974-25). Último romance da cantora, Danrlei Orrico, mais conhecido pelo nome artístico O Kannalha, relembrou o relacionamento que os dois viveram durante o tratamento dela contra o câncer.

Natural de Camaçari (BA), Kannalha tem 28 anos e é um dos principais nomes do pagode baiano atualmente. Desde os 13 anos, ele faz participações como percussionista, mas começou a se dedicar à arte durante a pandemia. Na época da premiação de O Agente Secreto, seu hit O baiano tem o molho foi usada como nas publicações sobre Wagner Moura. Outros sucessos do cantor são Nego Doce e Mostra que cê sabe.

No documentário, Kannalha conta que conheceu Preta em um show na Bahia e que a aproximação entre os dois aconteceu de forma rápida e natural. “A gente se conheceu; ela foi a um show do Kanalha na Bahia, um verão da Bahia. Tudo aconteceu muito rápido e naturalmente”, contou Danrlei, afirmando que sua maior felicidade era conseguir fazê-la comer, em referência ao período em que a cantora enfrentava as dificuldades impostas pela doença.

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Segundo relatos de pessoas próximas, o cantor esteve ao lado de Preta nos momentos mais delicados de sua luta contra o câncer, oferecendo apoio e carinho. O romance ganhou repercussão em 2024, quando os dois passaram a aparecer juntos em eventos públicos, embora evitassem definir o relacionamento.