A Justiça argentina investiga o conteúdo de gravações nas quais o então diretor da Agência para a Deficiência, Diego Spagnuolo, relata os detalhes de um mecanismo de corrupção, através do retorno com medicamentos, liderado pela irmã do Presidente Milei, Karina Milei, secretária-geral da presidência, e pelo assessor presidencial Eduardo “Lule” Menem, sobrinho do ex-Presidente Carlos Menem (1989-1999), Governo que ficou marcado pelas denúncias de corrupção.

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