A secretária de Estado acredita que a redução de IRS para os contratos de arrendamento que não ultrapassem os 2.300 euros de renda possa ser um incentivo para os proprietários porem mais casas no mercado, mas também para quem esteja no mercado paralelo opte por passar à legalidade. Admite que há muita “fuga ao Fisco” neste setor, mas também explica que a fiscalização pouco pode fazer.