Mais de 115.000 pessoas foram retiradas das suas casas e confinadas até ao momento devido aos incêndios florestais que consumiram mais de 45.000 hectares na Comunidade de Madrid e em Ávila em Espanha. 

A grande maioria das pessoas afetadas, cerca de 100.000, são residentes de localidades de Madrid e Ávila, enquanto as restantes 15.000 são de Castellón.

Noutros pontos de Espanha, 20 residentes de Murias de Ponjos (León) tiveram também de ser desalojados devido a um incêndio que afeta o município e 16 menores de um acampamento foram retirados devido a um incêndio em Cuacos de Yuste (Cáceres).

Um homem morreu este sábado devido a um incêndio que deflagrou numa zona do desfiladeiro do município de Manises (Valência).

O vento forte é o principal inimigo no combate às chamas. Nas últimas horas, as autoridades ordenaram a evacuação de mais oito localidades perto de Toledo.

O Governo espanhol declarou estado de emergência nacional.

Portugal, Grécia e Itália juntaram-se no combate às chamas, com cerca de 130 operacionais portugueses preparados para iniciarem os trabalhos já hoje em Ávila.

Já arderam mais de 45 mil hectares nas zonas de Madrid e Ávila. As chamas estão a avançar em direção a Toledo, a sul de Madrid.

Há ainda um outro grande incêndio a preocupar as autoridades em Espanha. É em Vall d’Uixò, na zona de Valência, mais perto do mar, e já tem um perímetro de 21 quilómetros.

Este domingo, o presidente do Governo espanhol, Pedro Sánchez, irá visitar o posto de comando avançado instalado em Navaluenga, perto de Ávila.

c/ agências