Uma Galp subavaliada face às principais concorrentes europeias, capaz de surpreender nos resultados trimestrais e que aponta para um ano mais sólido do que era esperado – muito devido à subida do preço do petróleo no curto, mas também médio prazo. É assim que o Bank of America (BofA) descreve o mais recente relatório de contas da empresa portuguesa, que levou a instituição financeira norte-americana a rever em alta as previsões para o desempenho da cotada em bolsa no próximo ano.