O concurso Wildlife Photographer of the Year, que premeia as melhores fotografias de natureza do mundo, irá apresentar os resultados da sua 61.ª edição no dia 17 de Outubro, aquando da abertura da exposição no Museu de História Natural, em Londres, mas, por ora, decidiu levantar o manto que cobre algumas das imagens que serão potenciais vencedoras – e que resultam da avaliação de mais de 60 mil submissões, um número recorde desde a sua fundação, em 1965.
Entre as fotografias agora divulgadas pelo concurso destacam-se “um confronto dramático entre um leão e uma cobra” fotografado por Gabriella Comi, “fotografias impressionantes de flamingos, coiotes, veados vermelhos” realizadas por jovens fotógrafos da vida selvagem, “alguns com apenas nove anos de idade”, refere a organização num comunicado dirigido ao P3.
O director do Museu de História Natural, Doug Gurr, adianta, no mesmo comunicado, que será incluído na exposição do Wildlife Photographer of the Year um Índice de Biodiversidade Intacta, uma métrica usada para avaliar a saúde dos ecossistemas com base na quantidade de espécies que permanecem num determinado local em comparação com o ano de 1500. “A exposição deste ano [que decorrerá até 12 de Julho de 2026] será a nossa melhor combinação de arte e ciência inovadora, e ajudará a que os visitantes se inspirem para serem defensores do nosso planeta”, afirmou.