Há produtos que chegam ao mercado e mudam a forma como olhamos para uma categoria inteira. O MacBook Neo é um deles. Depois de anos a ouvir que um Mac só estava ao alcance de quem tinha um orçamento generoso, a Apple decidiu virar esse argumento do avesso e apresentar o portátil mais acessível da sua história.
Lançado em março e dono de portátil com maior ‘aura’ em 2026, o Neo, por dentro, esconde o chip A18 Pro, a mesma família de processadores que equipa os iPhone mais recentes, agora adaptada a um portátil fino, leve e construído em alumínio. Depois da desconfiança inicial, não restam dúvidas! O resultado é um desempenho fluido no dia a dia, seja a trabalhar em documentos, a navegar entre dezenas de separadores ou a editar fotografias, sem os engasgos típicos de muitos portáteis Windows na mesma faixa de preço.
O ecrã Liquid Retina de 13 polegadas, com resolução elevada e brilho superior à média do segmento, é outro dos trunfos. Somam-se câmara FaceTime HD, microfones duplos, altifalantes com Spatial Audio e Dolby Atmos, ligação WiFi 6E e autonomia que pode chegar às 16 horas. A peça que faltava para quem já está no ecossistema da Apple com o iPhone, iPad, Apple Watch, etc… Enquanto muitos portáteis convencionais apostam em plástico e especificações inconstantes, o MacBook Neo entrega acabamento premium, integração total com o ecossistema Apple e uma curva de aprendizagem simples. Não é por acaso que quem experimenta fica rendido: é a prova de que qualidade e acessibilidade podem, finalmente, andar de mãos dadas.
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