Internamente, o Pixel Tag integra um acelerómetro, um altifalante para emissão de alertas sonoros e funciona com uma pilha de botão CR2032 substituível pelo utilizador, cuja autonomia estimada supera um ano de utilização regular. Ainda que, pelas definições, se pareça muito com uma MotoTag, da Motorola (incluindo o facto de usar pilha e não bateria recarregável), a adição deste acessório permite à Google fechar a sua oferta entre smartphones, wearables e, agora,  localização de objetos sob a mesma infraestrutura de software Android, rivalizando diretamente com a rede Find My da Apple e os seus AirTags.

Smartphones Pixel 11: silício, ecrãs e câmaras

No centro do anúncio desta quarta-feira está a gama de smartphones, estruturada no modelo base Pixel 11, equipado com um ecrã OLED de 6,3 polegadas e taxa de atualização variável entre 60 e 120 Hz, bem como nos modelos topo de gama Pixel 11 Pro, de 6,3 polegadas, e Pixel 11 Pro XL, de 6,8 polegadas. Ambas as versões Pro utilizam painéis LTPO capazes de oscilar entre 1 e 120 Hz para maior eficiência energética, atingindo picos de luminosidade de 3600 nits e incluindo uma proteção adicional contra riscos no vidro Corning Gorilla Glass Victus 2.

Toda a linha é alimentada pelo novo processador Google Tensor G6, fabricado para otimizar o consumo energético e acelerar tarefas de computação neural através de uma unidade de processamento de IA (TPU) que se anuncia 50% mais potente do que na geração anterior.

O silício opera em conjunto com o coprocessador de segurança Titan M3, projetado com suporte para encriptação pós-quântica no arranque do sistema.