Olhamos para a Nova Iorque de “Nova Iorque, Nova Iorque”, de Martin Scorsese, como peça de museu. O saudosismo de 1977 é forte, mas a Nova Iorque enérgica dos anos 1990 também já é material de saudades. Que o diga Darren Aronosfsky, que quis prestar um tributo a essa efervescência. Em 1998 substitui-se o jazz pelo punk (as canções são dos contemporâneos Idles), e em vez de De Niro com brilhantina há Austin Butler com cicatrizes, boné de baseball e os abdominais sempre à mostra.
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