Um estudo publicado nesta sexta-feira (14) na revista Nature Medicine revelou que a inteligência artificial pode auxiliar na estimativa de como diferentes órgãos do corpo estão envelhecendo. Os pesquisadores analisaram mais de 25 mil amostras de tecido de cerca de mil pessoas e desenvolveram modelos capazes de calcular a idade biológica de órgãos como cérebro, coração, pulmão e pele.

Os resultados indicam que os órgãos não envelhecem na mesma velocidade. Os chamados “relógios teciduais” apresentaram uma margem média de erro de cerca de cinco anos e mostraram associação com alterações celulares e doenças crônicas.

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