Durante grande parte do ciclo da inteligência artificial, a pergunta do mercado foi simples: que empresa tem o melhor modelo. José Mazoy, Global CIO da Santander Asset Management (SAM), defende que essa questão já não é suficiente. É essa a ideia apresentada no Compass, uma edição da sua série Under the CIO’s Lens. A pergunta relevante agora é quais são os intervenientes que controlam as unidades escassas que transformam a utilização da IA em receitas, margens e retorno sobre o capital.
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