A antiga ministra dos Negócios Estrangeiros da Guiana e atual embaixadora do país na ONU, Carolyn Rodrigues-Birkett, foi a candidata mais bem colocada na segunda votação informal no Conselho de Segurança para escolher o sucessor de António Guterres.
Uma votação que baralhou as contas na corrida para saber quem será o próximo ou a próxima secretária-geral das Nações Unidas.
Na primeira votação a guianesa tinha sido segunda, atrás da economista Rebeca Grynspan, que foi vice-presidente da Costa Rica, secretária-geral ibero-americana e atualmente está à frente da ONU Comércio e Desenvolvimento.
Segundo as fontes do site de notícias especializado nas Nações Unidas PassBlue, Rodrigues-Birkett obteve oito votos a encorajar a sua candidatura e três a desencorajar (quatro sem opinião), enquanto Grynspan teve sete votos positivos (tinha tido 10 na primeira votação) e quatro negativos (outros quatro sem opinião).
O terceiro voltou a ser o argentino Rafael Grandi, diretor da Agência Internacional de Energia Atómica, com sete votos a encorajar, seis a desencorajar e dois sem opinião (tinha tido sete, dois e seis, respetivamente, na primeira votação).