Recebido com muitas palmas durante o Cortejo Histórico e Etnográfico da Romaria d`Agonia, em plena Avenida dos Combatentes, no centro da cidade minhota de Viana do Castelo, onde se concentram milhares de pessoas, o chefe de Estado foi cumprimentando várias pessoas com quem se cruzava, tendo sido interpelado por um popular, preocupado com a sua reforma.
Questionado pelos jornalistas sobre se está prevista alguma alteração à lei, respondeu: “Como sabe, isso compete ao Parlamento ou compete ao governo. Agora, as reformas em Portugal são sagradas”.