Na rede social X, Barack Obama admitiu que “é difícil pensar em muitas pessoas com um impacto maior do que Dolly Parton”. “Nasceu numa cabana e ganhou 11 Grammys e um Emmy, construiu um império de negócios, ajudou milhões de crianças a ler, e — como se não fosse suficiente — ajudou a acelerar a pesquisa que conduziu à produção da vacina Moderna contra a Covid-19.”

“Que vida”, concluiu o antigo Presidente dos EUA. “Eu e a Michelle pensamos na família da Dolly e nos seus inúmeros fãs.”

No bloco democrata, a candidata às presidenciais de 2024, Kamala Harris, admitiu que Parton “era um verdadeiro ícone americano”, que se “transformou numa superestrela global”. “Com a sua música, filantropia e estilo, a Dolly era única”, acrescentou.

Já Hillary Clinton escreveu, nas respetivas redes sociais, que “desde as capacidades de composição lendárias à Imagination Library — que enviou um milhão de livros por mês a crianças ao redor do país [EUA] — ela era o melhor da América”. “Dolly, vamos ter saudades do teu grande coração”, concluiu.

Os Marretas não ficaram fora das homenagens à cantora, que foi recordada numa foto ao lado da sua sósia, a diva Miss Piggy. “Nunca haverá ninguém como a Dolly Parton. Foi a cantora, compositora, atriz, artista e filantropa perfeita e suprema. Encheu o mundo com luz e estamos tão gratos por cada segundo que pudemos passar a seu lado, no palco e fora dele.”